Esta semana entrei na Renner para comprar uma calça e não sei se alguém neste modesto cyber espaço já foi vítima de uma interminável fila para conseguir pagar seu objeto de desejo, mas posso garantir, no caso da referida loja de departamento, se você não largar tudo pra trás desistindo da compra, não lhe restará alternativa a não ser dar aquela boa viajada e voar longe, no aguardo de que sua vez não tarde a chegar.
No meio da minha gostosa viagem fui interrompida por uma mulher que não conseguia somente falar ao telefone, ela tinha que fazer todos da loja participarem do assunto. Não tive escolha a não ser dar um tempo da trip para prestar atenção ao que a dita cuja insistia em dividir conosco. E era algo do tipo: “Eu cansei sabe? Cansei de ser boazinha. O que você ganha sendo bonzinho? Nada né? Porque ninguém dá valor” e blá, blá, blá...
Em um primeiro momento quase me solidarizei com a pobre boa alma que acabara de ser vítima de algum grande filho de uma puta mal agradecido... Foi quando pensei que nunca havia ouvido alguém dizer algo como: “Quer saber? Cansei de ser filho da puta, estou de saco cheio de me dar bem em cima de todo mundo, de ganhar vantagem em tudo, de foder com todo o mundo para garantir o meu” e blá, blá, blá...
Alguém já ouviu isso? Às vezes penso que não conheço nenhum sacana porque nunca, mas nunca mesmo, nenhum amigo, colega ou conhecido me confidenciou que suspeitava ser algoz em algum sentido. Quando o assunto é filha da putagem, todos ao meu redor, inclusive a Leona que vos escreve, estão invariavelmente no papel de vítimas.
Por que será que temos tanta dificuldade de assumir que no fundo todos temos o nosso lado filho da putinha? Todos temos nossa sombrinha e que sombra é sombra, e como tal nos motiva a fazer merdas também.
Às vezes penso que seria mais fácil se assumíssemos esta dualidade que existe em cada um de nós. Nem Jekyll, nem Hyde, nem mocinho, nem bandido, nem santo, nem diabo, nem vítima, nem algoz... Por que tem que ser ou branco ou preto? Se temos uma cartela gigantesca de cores a escolher, contentar-se com uma só e ainda por cima entre os extremos, é abrir mão da grande aventura que é a vida.
Deixo aqui a minha súplica, que o espírito do estagiário Oséias permaneça aceso em nossas vidas, agora e para todo o sempre. Amém!
No meio da minha gostosa viagem fui interrompida por uma mulher que não conseguia somente falar ao telefone, ela tinha que fazer todos da loja participarem do assunto. Não tive escolha a não ser dar um tempo da trip para prestar atenção ao que a dita cuja insistia em dividir conosco. E era algo do tipo: “Eu cansei sabe? Cansei de ser boazinha. O que você ganha sendo bonzinho? Nada né? Porque ninguém dá valor” e blá, blá, blá...
Em um primeiro momento quase me solidarizei com a pobre boa alma que acabara de ser vítima de algum grande filho de uma puta mal agradecido... Foi quando pensei que nunca havia ouvido alguém dizer algo como: “Quer saber? Cansei de ser filho da puta, estou de saco cheio de me dar bem em cima de todo mundo, de ganhar vantagem em tudo, de foder com todo o mundo para garantir o meu” e blá, blá, blá...
Alguém já ouviu isso? Às vezes penso que não conheço nenhum sacana porque nunca, mas nunca mesmo, nenhum amigo, colega ou conhecido me confidenciou que suspeitava ser algoz em algum sentido. Quando o assunto é filha da putagem, todos ao meu redor, inclusive a Leona que vos escreve, estão invariavelmente no papel de vítimas.
Por que será que temos tanta dificuldade de assumir que no fundo todos temos o nosso lado filho da putinha? Todos temos nossa sombrinha e que sombra é sombra, e como tal nos motiva a fazer merdas também.
Às vezes penso que seria mais fácil se assumíssemos esta dualidade que existe em cada um de nós. Nem Jekyll, nem Hyde, nem mocinho, nem bandido, nem santo, nem diabo, nem vítima, nem algoz... Por que tem que ser ou branco ou preto? Se temos uma cartela gigantesca de cores a escolher, contentar-se com uma só e ainda por cima entre os extremos, é abrir mão da grande aventura que é a vida.
Deixo aqui a minha súplica, que o espírito do estagiário Oséias permaneça aceso em nossas vidas, agora e para todo o sempre. Amém!

7 comentários:
Eu tenho meu lado FDPutinha..
tinha né.. confesso.
mas passooooooooooooooooou....
e talvez eu seja o primeiro a assumir q cansei de ser PDP (comigo tb) e que escolhi um caminho mais (nao achei a palavra), MENOS egoísta..
Afinal atraimos o que somos né.
bjo loira..
amo-te
mordida na cabeça..
Urs, filhos da puta são vítimas convertidas, ou animas que se tornarão vítimas. O mais divertido é o processo de conversão heheheheheh
PER-FEI-TO!!!!! Sabe que sempre pensei isso... e quanto mais velha fico, ou melhor, quanto mais experiente fico (hehehehe), mais me convenço que a parada é essa! Dependendo do ponto de vista, se é taxado de “Jekyll” ou “Hyde”, meio termo não existe! Que atire a primeira pedra quem nunca foi um tantinho “filho da putinha” (rsrs) ou até os dois ao mesmo tempo e ainda dentro do mesmo “causo”: “vítima” e “vilão”! hahahaha... É muito louco isso, né? E conforme lia seu texto, lembrava de “O Médico e o Monstro”! rss... Bjssss!
Você tem certeza que não sabe onde estão estes porcos filhos de uma puta?
o.O
Hahaha! Oi U, sou a Tati, prima baiana da Flá, lembra?
Fui no blog dela e acabei vindo para no seu. Hilária vc, e totalmente pertinente seu questionamento.
Já passei por altos - a gente passa sempre, né?, na fila da Renner inclusive.
Muitos e muitos bjos!
oi tati, claro que eu lembro, que surpresa boa você por aqui. acabei de dar um bisuuuu no seu blog, já estou seguindo... rsrs
beijos,
u
Descobri onde estão todos os FDP...
em brasília U, ta cheio lá..
pode até escolher de acordo com o gosto..rs
bjobjo Loira bonita..
(sabe qdo vc vai postar o coments e eles pedem pra digitar as letras de verificação? entao, apareceu pra mim CAITTO, kkkk) olha a coincidência,achei perfeito.,rs mto bom..bjobjo
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